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Peixoto de Azevedo,25/04/2026

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Secretário admite interesse do Estado em tratamento com Mounjaro, mas entraves impedem compra pelo SUS

Secretário de Saúde aponta que compra depende de cadastro prévio de pacientes e não pode ser feita por demanda geral


Secretário admite interesse do Estado em tratamento com Mounjaro, mas entraves impedem compra pelo SUS

O secretário de Saúde, Juliano Mello, afirmou que a disponibilização de injeções emagrecedoras, a exemplo do Mounjaro, está no radar da Secretaria, mas, por enquanto, segue barrada por entraves jurídicos e burocráticos que inviabilizam a compra em larga escala dos medicamentos. A declaração ocorreu em coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (23), no Palácio Paiaguás. (Veja vídeo abaixo).

Nós e o próprio governador já conversamos e tínhamos interesse em assumir isso, mas existe uma barreira legal que precisa ser superada. Então, não há como falar dessa implementação de programa sabendo que nós temos uma barreira jurídica para vencer”, apontou o gestor.

Segundo Juliano, para a compra do medicamento é necessário, inicialmente, um cadastro prévio e individualizado dos pacientes, não sendo possível que o Estado adquira um montante e distribua conforme a demanda.

Hoje qualquer molécula dessa é personalizada, precisa de um CPF, a prescrição médica para comprar e isso é impossível para o Estado fazer uma licitação aberta, eu não tenho ainda os nomes das pessoas. Tem uma série de detalhes jurídicos e legais que por enquanto inviabiliza a implementação do programa”, acrescentou.

No entanto, ele garantiu que a proposta segue no radar e afirmou que, com o avanço dos estudos sobre o tema, a tendência é que o produto se torne mais acessível e com menos burocracia para aquisição.

Em Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio de recursos próprios e emendas da vereadora Michelly Alencar (União), tentou viabilizar a compra das canetas para disponibilização nas unidades de saúde, mediante orientação médica. No entanto, a iniciativa também foi barrada devido à necessidade de criação de um protocolo e de parâmetros específicos do SUS (Sistema Único de Saúde) para o receituário.

O prefeito Abilio Brunini (PL) estipulou prazo até 30 de março para resolver essas questões, mas, até o momento, o programa intitulado “Cuiabá mais leve” não avançou nas tratativas a ponto de ser implementado.




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